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Amor patológico: quando amar dói

O amor patológico é caracterizado por um comportamento excessivo e sem limites com relação a cuidados e atenção voltados ao parceiro amoroso. Os pensamentos e a vida da pessoa que sofre com o problema passam a girar em torno do companheiro, e o controle exagerado das atividades do outro faz com que o indivíduo abandone as próprias atividades e interesses, que antes lhe davam prazer. Este termo é uma adaptação do que em inglês denominam como love addiction, conceito que surgiu nos Estados Unidos a partir da observação de que pessoas que seguiam esse padrão de relacionamentos amorosos funcionavam de forma muito semelhante a pessoas que possuíam adições, apresentando características como excesso, prejuízo pessoal, relacional e até profissional, falta de controle e sofrimento. É um comportamento mais recorrente na população feminina e não se refere à quantidade de amor, mas, à qualidade do vínculo amoroso. Cuidado e atenção são atitudes esperadas dentro de...

Se você é daqueles que tem problemas de “freio”, ou seja, dificuldade de controlar alguns impulsos e excessos que te causam prejuízos associados a agressividade, comida, compras, bebidas, sexo, entre outros, e se resigna ao fato desta característica ser genética ou de personalidade, saiba que recentes pesquisas demonstram que este controle é uma habilidade, e portanto pode ser adquirida e treinada.

Endividamento

Facilitação de créditos, métodos modernos de compras e acesso aos seus gastos online, diversas formas de pagamento e mais um arsenal de possibilidades… Isso tudo, a priori, deveria facilitar e ajudar na organização financeira, não é? Mas nem sempre é o que acontece, acarretando o surgimento de um problema comum a muitas pessoas de todas as classes sociais: o endividamento. A cultura do consumo, a “quase” aceitação social da dívida, a presença de juros arbitrários, a apelação da mídia e da publicidade na venda de produtos e o início muito precoce de acesso a créditos e compras são mais alguns fatores que podem influenciar no endividamento, assunto que merece mais atenção e reflexão da sociedade. O endividamento gera a sensação de incapacidade, impotência, desespero, estresse, preocupação, frustração e desânimo nas pessoas que estão passando pelo problema. Com o surgimento dessas emoções, esses indivíduos ficam ainda mais vulneráveis aos...

As pessoas mudam?

O que diferencia um comportamento saudável de um comportamento nocivo? Basicamente, a idéia de prejuízo (em alguma área da vida – pessoal, social, familiar, financeiro ou no trabalho). Aqui, nos referimos a comportamento, não só como algo que fazemos externamente com frequência, mas também a modelos de pensar, de agir, de educar ou de se relacionar, a formas de se “se estar no mundo”. Para mudar um comportamento, o desejo é apenas o começo, um bom começo. A partir daí, faz-se necessário poder acessar ou construir recursos internos e externos e acessar todo o arsenal de instruções, habilidades, tratamentos e treinamentos disponíveis. Mudar é difícil E possível. Mudar é difícil: Mudanças, mesmo para melhor, exigem esforço, novas configurações, a possibilidade de tropeçar, de se arrepender, privações, angústias, dúvidas. Tudo que repetimos vira um hábito (independente de por que fazemos), ou seja, tudo que fazemos com alguma...

Existem duas formas de se falar sobre mente e comportamento humano; através da psicologia e medicina ou dos livros de auto-ajuda o termo ciência ajuda foi criado justamente para traduzir os conhecimentos baseados em pesquisase evidências cientificas para que sejam usados no dia-a dia. ja existem estudos inclusive apontando essa forma de “auto ajuda baseado em evidencias” como uma forma eficaz de aquisição de bem estar e coadjuvante de outros tratamentos em saúde mental.

Trocar um hábito por outro pode ser mais fácil do que eliminar um.

Recentes estudos da área de Psicologia Social da Harvard Bussiness Scholl, concluíram que uma boa postura é um dos comportamentos que ajudam a desenvolver autoconfiança naqueles que não a possuem de forma inata. Estar em contínuo aprendizado em quaisquer áreas do conhecimento e dividir com os outros suas experiência positivas também ajudam.

As rochas podem ser classificadas de acordo com sua composição química, sua forma estrutural, ou sua textura, sendo mais comum classificá-las de acordo com os processos de sua formação. Ao longo do tempo podem ser modificadas pelos efeitos de temperatura e pressão.

“A prática da auto-compaixão está relacionada à diminuição de estados ansiosos, sintomas depressivos e  maior bem estar.” Journal of Research in Personality, 2007. Entende-se por auto – compaixão, a qualidade de ser compreensivo e atencioso consigo mesmo ao invés de intensas e constantes auto-críticas e julgamentos. Mas isso não inclui se vitimizar ou ter pena de si, pelo contrário, a idéia é ter ainda mais energia e motivação para o que você deseja mudar. Uma dica é tratar -se como você faria com alguém que você preze e ame.

Impulsividade: quando nossos “freios” falham

Ao longo da história da civilização humana, o homem substituiu as reações instintivas por ações planejadas, pois o ato de escolher uma resposta comportamental mais apropriada e, portanto, menos impulsiva, é cada vez mais necessária para a evolução da nossa espécie. Por conta disso, grande parte das pessoas vêm desenvolvendo a capacidade de “frear” as reações impulsivas e de refletir antes de tomar decisões. A impulsividade é um tipo de comportamento que pode ter consequências nocivas, caracterizado por reações rápidas e não planejadas, em que não há uma avaliação racional dos impactos que essa ação pode trazer. A pessoa foca apenas em aspectos imediatos, em detrimento das consequências que determinadas reações podem causar em longo prazo. As causas do comportamento impulsivo são fontes de diversas pesquisas, que cresceram bastante na última década. Alguns autores explicam a impulsividade como sendo um traço da personalidade ou temperamento de um...